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Bolhas: Palavras com lh e muitas bolhas!

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Olha a bolha d'água
no galho!
Olha o orvalho!
Olha a bolha de vinho
na rolha!
Olha a bolha!
Olha a bolha na mão
que trabalha!
Olha a bolha de sabão
na ponta da palha:
brilha, espelha
e se espalha
Olha a bolha!
Olha a bolha
que molha
a mão do menino:
A bolha da chuva da calha !

Cecília Meireles 










Arte na Escola

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Os Candangos - Bruno Giorgi


Conceição dos Bugres/MS



Leitura na Sala de Aula- Que Vida Boa!

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Trabalho realizado nas aulas de Artes e Produções Interativas no 1º ano A, com o objetivo de estimular a leitura e a oralidade nas crianças, valorizar escritora a regional Sandra Andrade e identificar os animais da região.
A partir da leitura do livro foi possível trabalhar com os alunos as rimas; sequência; cadeia alimentar; animais e sua locomoção; cobertura do corpo; alimentação e habitat; noções de adição e multiplicação (através de desenhos), artes plásticas e listas de palavras.

Crianças de 5/6 anos que ainda não estão alfabetizadas.

Quer ver mais desse trabalho visite o Blog da Escola:


Meu filho também fez um trabalho no Paint com esse livro para ver acesse:




Decoração Superman e Mulher- Maravilha

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Nova decoração da minha sala de aula, escolhida pelos próprios alunos! Ficou bem alegre e eles amaram!










Meio Ambiente: O Planeta pede Socorro!

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 Livro Gigante montado com alunos, a partir do Texto: O Planeta pede Socorro, de Izildinha Houch Michesk.
Um texto bastante interessante para ensinar as crianças sobre a poluição, o Aquecimento Global, água, meio ambiente e outros.
Era uma vez um mundo feliz, com seus rios e mares bem fresquinhos e limpinhos, onde os peixes nadavam contentes.
O céu era azul e havia muito verde na natureza.

Todos viviam alegres, os animais comiam e bebiam o que a natureza lhes oferecia.

As pessoas continuavam felizes, e o mundo também.

O homem cobriu as ruas de terra com vários tapetes escuros e pesados. O Planeta começou a passar muito mal, pois não podia transpirar. Então os gases produzidos pelos carros e fábricas começaram a ficar presos no Planeta. 


 Com tanta fumaça no ar, aTerra, que não podia respirar, o Planeta começou a esquentar, esquentar, e ficou bem sujo, sujo, sujo. Quase não se podia inspirar ar, os pássaros não tinham lugar para fazer seus ninhos, nem sementes das quais pudessem se alimentar. Muitos seres vivos morreram, e outros não se sabe onde foram parar. Alguns animais foram embora, outros nem existem mais. Então a terra começou a chorar. 
O homem fez tanta coisa errada! Não pensou muito no lixo, e o jogou no rio e no mar. Logo, os peixes já não estavam mais lá. 
Então, a Terra foi adoecendo, e a camada que a protegia do calor do sol ficou bem fininha, mas tão fininha que os raios solares passaram a “cozinhar” o Planeta. Por isso, hoje ele está tão quente. Se nada fizermos, nosso Planeta querido não será mais um lugar no qual poderemos viver.
A vida do Planeta Terra está em suas mãos. O que você pode fazer para salvá-lo?

Atitudes que podem ajudar a mudar o Planeta:

Reciclar;
Não poluir o ar;
Não sujar os rios;
Plantar árvores;
Não desperdiçar  água;
Economizar energia elétrica;
Cuidar do meio ambiente.



Dia do Livro: Livrinho sobre amizade.

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Para lembrar o Dia do Livro que tal montar um livrinho com a turma?
Assim você conversa com eles sobre a Turma do Sítio e a importância de Monteiro Lobato para a Literatura Infantil, mas também aproveita para conversar com a turma sobre a  amizade,  respeito às diferenças e o amor ao próximo.







Dia do Índio: Conheça um pouco do histórico do Índio Terena no Mato Grosso do Sul.

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 Fotos de Aldeia kopenoty terealdeia kopenoty terenana do facebook.
Os Terenas falam uma língua pertencente a família Aruak. Eles entraram na região de Mato Grosso do Sul por volta do Século XVIII, chegando através da cidade de Miranda-MS. São agricultores e excelentes ceramistas. Sua tradição é guerreira, e através de persistência de sobrevivência estabeleceu contato pacífico com os colonos, sendo que por volta do século XX, já eram intensas a relação de troca com a sociedade não índio, que por sua vez moravam aos arredores da bacia do rio Miranda, também eram responsáveis pelo abastecimento de gênero alimentício para a região de Miranda e Aquidauana. Até a data atual continuam com seus produtos  agrícolas, realizando suas feiras tanto  em Miranda, Aquidauana como também na capital, Campo Grande onde trabalham semanalmente.
Socialmente organizados desde a  Tlípice Aliança, guerra entre o Brasil e o Paraguai, mesmo com resultados desastrosos, tais como a redução de suas terras, doenças trazidas pelos exércitos adversários, os terenas não temeram, foram persistentes.  Hoje o resultado é o que podemos observar no povo terena. Vale lembrar que naquela época batalhões indígenas lutaram ao lado de tropas brasileiras, sem ter a visão de como seriam suas vidas após a guerra. Muitos deles foram dizimados na guerra.  A luta desse povo continua pois continuam numa busca incessável pelo direito de suas terras.
Atualmente, esse povo luta pela sobrevivência persistentemente. São mais de 30 mil pessoas desta etnia , que moram tanto nas aldeias como nas periferias das cidades e também espalhados por outras regiões como São Paulo e Mato Grosso em busca do melhor para seus descendentes. A segunda maior população indígena do país são os Terenas, que estão concentrados em várias cidades de Mato Grosso do Sul.
Texto cedido pela Professora Janete Lili Azambuja (Índia Terena)