Dia do Livro: Livrinho sobre amizade.

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Para lembrar o Dia do Livro que tal montar um livrinho com a turma?
Assim você conversa com eles sobre a Turma do Sítio e a importância de Monteiro Lobato para a Literatura Infantil, mas também aproveita para conversar com a turma sobre a  amizade,  respeito às diferenças e o amor ao próximo.







Dia do Índio: Conheça um pouco do histórico do Índio Terena no Mato Grosso do Sul.

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 Fotos de Aldeia kopenoty terealdeia kopenoty terenana do facebook.
Os Terenas falam uma língua pertencente a família Aruak. Eles entraram na região de Mato Grosso do Sul por volta do Século XVIII, chegando através da cidade de Miranda-MS. São agricultores e excelentes ceramistas. Sua tradição é guerreira, e através de persistência de sobrevivência estabeleceu contato pacífico com os colonos, sendo que por volta do século XX, já eram intensas a relação de troca com a sociedade não índio, que por sua vez moravam aos arredores da bacia do rio Miranda, também eram responsáveis pelo abastecimento de gênero alimentício para a região de Miranda e Aquidauana. Até a data atual continuam com seus produtos  agrícolas, realizando suas feiras tanto  em Miranda, Aquidauana como também na capital, Campo Grande onde trabalham semanalmente.
Socialmente organizados desde a  Tlípice Aliança, guerra entre o Brasil e o Paraguai, mesmo com resultados desastrosos, tais como a redução de suas terras, doenças trazidas pelos exércitos adversários, os terenas não temeram, foram persistentes.  Hoje o resultado é o que podemos observar no povo terena. Vale lembrar que naquela época batalhões indígenas lutaram ao lado de tropas brasileiras, sem ter a visão de como seriam suas vidas após a guerra. Muitos deles foram dizimados na guerra.  A luta desse povo continua pois continuam numa busca incessável pelo direito de suas terras.
Atualmente, esse povo luta pela sobrevivência persistentemente. São mais de 30 mil pessoas desta etnia , que moram tanto nas aldeias como nas periferias das cidades e também espalhados por outras regiões como São Paulo e Mato Grosso em busca do melhor para seus descendentes. A segunda maior população indígena do país são os Terenas, que estão concentrados em várias cidades de Mato Grosso do Sul.
Texto cedido pela Professora Janete Lili Azambuja (Índia Terena)

Domingo de música e poesia- Páscoa!

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Desejo a todos os amigos uma Boa Páscoa, cheia de paz, renovação e amor.
http://tudinhoinfantil.blogspot.com.br/








Sorteio de livros

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Muito bom! Participe!



Desenhos de Páscoa para colorir

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Imagens da Internet

Presente de Páscoa

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Amei o selinho que ganhei da amiga Beta do Blog SOS- Professor.
Obrigada Beta e que sua Páscoa seja de muita luz, renovação e chocolates.
Feliz Páscoa!

Domingo Cultural: 1º de abril - Dia da Mentira

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Estão participando Domingo Cultural as amigas:


Ilustrações de Ziraldo
OLHA O OLHO DA MENINA

Veja a versão integral disponível na Internet num site oficial que você pode mandar seu comentário direto pra autora Marisa ou para o Ilustrador Ziraldo! Aqui!
 
Versão do Youtube

OLHA O OLHO DA MENINA

Menina crescia escutando
que não adiantava mentir
porque Mãe sempre sabia.
Mãe dizia
que lia na testa da Menina,
e que só Mãe
sabia ler testa.
Menina tentava
tapar a testa com a mão
na hora de mentir.
Mãe achava graça. Muita graça.
E continuava lendo assim mesmo.
Menina precisava entender
como essa coisa misteriosa acontecia.
No espelho do banheiro,
mentia muito em silêncio.
E na testa, nada escrito!
Aí, Menina descobriu
que Mãe também mentia.
E que então não era testa
era o olho, com um brilho diferente -
que entregava a mentira.
Menina então tentava
fechar o olho com força,
para esconder a mentira.
Mas nem isso resolvia,
pois Mãe sempre adivinhava.
Menina tinha era que aprender
a fingir de olho aberto,
que mentira era verdade.
Menina tentou, tentou...
e aprendeu.
Era essa a solução.
Mas de noite
Menina ficava apertada por dentro.
Assim meio sufocada,
não podia nem piscar.
Com o olho muito aberto,
não conseguia dormir.
Faltava ar pra Menina.
Igual quando a gente fica
quase sem respirar
rindo de uma cosquinha.
Só que não tinha graça.
Menina - sem querer -
tinha descoberto a Consciência,
uma coisa que toma conta da gente
mesmo quando Mãe
não está lendo testa,
nem adivinhando olho.
Menina tinha aprendido
que ter que fingir doía.
E que desse jeito
ia ficar muito sem graça
ser gente grande.
Menina desistiu de crescer.
Mas não adiantava.
Menina via que agora
já estava quase da altura
do móvel da sala da vovó.
E ficava muito triste,
o aperto apertando mais.
E de tanto que o aperto apertava,
Menina achou que fingir
só podia doer tanto
porque era dor sozinha.
Menina teve uma idéia.
E ainda não sabia
se era idéia brilhante.
Mas sabia - isso sim -
que precisava testar,
pra conseguir descobir.
A idéia da Menina
foi dizer para Mãe
que era difícil fingir.
Menina achava ruim
aprender montes de coisas
sem dividir com ninguém.
Menina falou pra Mãe
que era muito complicado
e que não era nada bom
ter que crescer sozinha.
Mãe abraçou
muito apertado a Menina.
E no colo tão esperado
Menina estava sendo mãe da Mãe.
Menina sentiu
que mãe estava chorando.
E que Mãe
ainda não tinha aprendido tudo.
Mãe não falava nada
Mas uma e outra sabiam
naquele abraço apertado
que em Mãe também doía
ser gente grande sozinha.
Nessa hora
Menina entendeu tudinho.
Descobriu que só carinho
é que espanta a solidão.
E que a dor, se dividida,
fica dor menos doída.
E que aí,
dá até vontade
de continuar a crescer
pra descobrir
o resto das coisas